Podemos equiparar uma empresa a um corpo humano por diversas vezes. O corpo humano é composto por vários sistemas que não funcionam sendo independentes. O sistema nervoso tem sua função, o respiratório, o digestivo; cada um cumprindo seu papel para que o corpo esteja em perfeito funcionamento. As empresas, são da mesma forma, porém, ao invés de sistemas, possuem processos que dependem uns dos outros para atingir o objetivo de se manterem vivas no mercado e além disso, melhorarem continuamente com relação às suas atividades, seus programas. Imagine por exemplo, uma área de TI sem computadores de outras áreas? E uma área de comunicação sem informações? Não sobreviveriam.

Agora, quando o nosso corpo ou a nossa empresa adoece, isso sim é preocupante e muitas vezes não somos capazes de nos diagnosticar e muito menos de nos medicar, pois, afinal, não somos preparados para isso. Somos preparados para ter hábitos que fazem o nosso organismo funcionar no dia a dia. E é aí que entram os diagnósticos focados em estratégias empresarias, que podem fazer com que sejam detectados problemas com base numa análise de risco e não somente com base preventiva.

A diferença de se atuar com base em análise de riscos, é fazer um diagnóstico com ênfase em fatos, probabilidades, frequência de acontecimentos, severidade e focado nos objetivos da organização. O diagnóstico muitas vezes vai apresentar resultados surpreendentes, mostrando às organizações onde estão seus principais gargalos, suas fraquezas, onde estão alocados os seus recursos e em sua maioria, as “doenças da organização”, ou melhor dizendo, aquilo que impede a empresa de crescer ou atingir seus objetivos.

O diagnóstico do sistema de gestão de uma empresa é focado nas entradas, saídas e atividades de cada processo e permite verificar se todos os recursos, sejam eles tecnológicos, financeiros, humanos e outros estão sendo utilizados da forma correta e estão trazendo o resultado esperado.

Após o diagnóstico, é hora de tratar as doenças e sintomas que tendem a prejudicar o sistema de gestão e para tal, é estabelecido um plano de ação que permite tratar cada uma das deficiências encontradas com base no objetivo da empresa a curto, médio e longo prazo. Este trabalho pode ser realizado por meio de uma consultoria que possibilite mais agilidade, foco e qualidade ao processo. É partir disso que entra a importância de um bom planejamento estratégico e do envolvimento da alta direção para nortear todo o trabalho. A partir daí todas as ações são tomadas com base no que a organização quer e o que ela pretende atingir. E é neste momento que todos os setores são envolvidos e devem tomar ações para que a organização decole.

Fonte: Administradores.

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