A sociedade sofre mudanças constantes. As prioridades pessoais e profissionais também passaram por transformações e continuam mudando à medida que novos cenários político-econômicos despontam.

O perfil de muitas empresas também evoluiu. Hoje, vemos incorporações oferecendo ambientes mais receptivos, acreditando em novas políticas de incentivo e muito mais flexíveis do que há 10 anos. Quando uma nova vaga de cargos de liderança surge, a busca é sempre por profissionais autônomos, capazes de avaliar cenários e encontrar caminhos alternativos. É preciso identificar um líder orientador, capaz de correr riscos e que tenha visão estratégica-analítica, além de assertividade e habilidade tática.

Tal cenário despertou a vontade de diversos trabalhadores em realmente fazer parte de uma empresa que valoriza sua força de trabalho e proporciona programas de crescimento. Tanto que alguns estudos apontaram que 52% dos brasileiros acreditam que o principal motivo para mudar de emprego é a oportunidade de conquistar cargos mais altos. Ou seja, as pessoas desejam crescer e liderar, mas será que sabem como ser um bom líder?

Um bom líder assume responsabilidade técnicas e de gestão (pessoas) com naturalidade, tornando-se a referência na área em que atua. Deve ser engajado com os resultados da organização, agregador nas mais diversas situações, positivo quanto ao futuro e, diante de dificuldades, ter foco em soluções.

Quanto à gestão da equipe, um grande líder age de forma imparcial, descentralizadora, mentorando o time em prol dos objetivos empresariais e pessoais. Estar aberto ao time é fundamental, compreendendo que todos podem contribuir com soluções e inovações.

E quando o assunto for dar um feedback, ele deve exemplificar em ações do dia a dia o que precisa ser modificado, sem esperar que as pessoas alteram seus valores e características de personalidade. E ao final desse processo, ter um plano de ação de desenvolvimento, de tal modo que, aquele que o recebeu, seja capaz de reconhecer a contribuição do gestor com seu crescimento.

Se ele deve ser flexível? Evidente, mas não podemos confundir flexibilidade com “bondade”, ou agradar sempre. Deve haver resiliência, capacidade de mudar de rumo, adaptar-se a mudanças, superar obstáculos ou resistir à pressão de situações adversas, em perder sua estabilidade.

Infelizmente, apesar de todas as evoluções que atravessamos ao longo dos anos, muitas empresas ainda têm a figura do chefe tradicional, aquele que cumpre um papel e muitas vezes é um dificultador e não facilitador. Tais corporações têm uma tendência de ter um alto percentual de turnover e uma equipe desmotivada. Fazer a diferença na vida das pessoas e encorajá-las a progredir deveria ser um objetivo de toda empresa. A sorte é que algumas e muitas organizações acreditam que suas lideranças podem favorecer muito o ambiente de trabalho e a produtividade.

Quer ser um bom líder? Comece com pequenos atos:

  1. Tenha segurança de que liderar pessoas é um objetivo de carreira e não somente uma possibilidade de aumentar seus ganhos financeiros,
  2. Pratique a empatia;
  3. Conheça, apoie, oriente e desenvolva seu time;
  4. Seja mais colaborativo e menos ditatorial,
  5. Pratique a humildade,
  6. Reconheça seus erros e tome uma atitude sobre eles.

Fonte: Notícias Empresariais.

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